As Religiosas do Sagrado Coração de Maria tornaram-se afiliadas às Nações Unidas em 2006 através de uma organização não governamental (ONG) associada ao Departamento de Informação Pública da ONU , elevando, assim, a influência da missão do Instituto “para que todos tenham vida” a um nível global. Em 2013, pleiteamos e obtivemos o Status Consultivo Especial junto ao Conselho Econômico e Social (ECOSOC). Esse fato nos dá voz ativa, permitindo-nos participar de sessões da ONU e apresentar testemunho oral e escrito para influenciar o sistema , uma vez que trabalhamos em favor da justiça para aqueles empobrecidos e marginalizados, especialmente mulheres e crianças.
As três principais vias através das quais colocamos nossa missão em prática na ONG RSCM são EDUCAÇÃO, PARTICIPAÇÃO e DEFESA DE CAUSAS. Nós enviamos fontes de informação a nossos membros e, através deles,alcançamos aqueles a quem servimos. Encorajamos nossos membros a participarem usando suas estruturas provinciais e regionais, trabalhando em parceria com a Rede JPIC (Justiça, Paz e Integridade da Criação), a fim de tornar nossa presença dinâmica e efetiva em níveis local e global. Na defesa de causas, trabalhamos em conjunto com outras ONGs que têm objetivos similares aos nossos para explicitar nossa opção preferencial por mulheres e crianças, assim como para cuidar do planeta através da rede internacional de organismos da ONU. No presente momento, nossa meta é nos tornarmos mais envolvidas, de forma efetiva, na mudança de estruturas injustas em áreas de tráfico humano, assistência a meninas e no desenvolvimento sustentável para todos, nos engajando na AGENDA 2030 e nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável “para que todos tenham vida”.
Veronica Brand, RSHM, Representante ONG
Boletim da ONU # 162 – Março 2026
O Boletim das RSCM na ONU no. 162 destaca a 70ª sessão da Comissão sobre o Estatuto das Mulheres (CSW70) da ONU, focada no fortalecimento do acesso à justiça para mulheres e meninas. O documento enfatiza que, apesar dos avanços legais, ainda existe uma grande lacuna entre a criação de leis e sua efetiva implementação. Também aborda reformas no direito de família, migração, moradia, combate ao tráfico humano e prevenção do casamento infantil.Especialistas e organizações compartilharam experiências e soluções para enfrentar desigualdades estruturais e proteger populações vulneráveis. A publicação reforça a necessidade de políticas centradas na dignidade humana, igualdade de gênero e garantia dos direitos fundamentais. Para continuar a ler, por favor clicar aqui. Crédito da foto: RSCM

