O DOM DE COMPREENDER

Posted Junho 3, 2021

por Irmã Luisa Bernardo, RSCM

O dom de compreender é dom do Espírito Santo e exige sabedoria, intuição, percepção e clareza da situação real das pessoas, das coisas e dos acontecimentos. Requer a consciência das moções do Espírito Santo em nossa vida quotidiana. É através da luz deste dom que nós percebemos o que Deus nos pede em nossa vida como RSCM.

Na nossa cultura Africana, para compreender as pessoas e os acontecimentos, precisamos saber escutar, saber ouvir, para depois discernir entre o que e é bom e o que é mau.

Olhando para as necessidades do nosso tempo hoje, este dom de compreender é muito importante na nossa vida e na vida de todo o Instituto, porque é através dele que nós sabemos para onde Deus quer nos conduzir na vivência do Carisma do P. Gailhac, dom concedido a Jean Gailhac para o serviço da humanidade. ‟Eu vim para que todos tenham vida e vida em abundância” (Jo.10,10). Assim planta e a bilha simbolizam a vitalidade deste dom de Deus que todas nós partilhamos e o colocamos ao serviço da missão através dos nossos ministérios.

Neste sentido, as conclusões do Capitulo Geral de 2019 são a expressão do Carisma, aberta aos sinais dos tempos e às necessidades do nosso mundo de hoje, caracterizado por assimetrias e pela globalização. Precisamos deste dom para viver as conclusões do Capitulo Geral, discernir sobre as necessidades e os apelos da Igreja e do mundo.

É muito importante no nosso contexto actual afectada pela pandemia pelas calamidades naturais, tais como ciclone Idai, Guambe, Kenedy entre outros, sentir o pulsar das populações, acolher e compreender o seu clamor, discernir como colocarmo-nos ao serviço do povo. Neste sentido, as RSCM em Moçambique procuram estar junto do povo partilhando a sua dor, o seu sofrimento, desespero, fazendo visitas, não só mas também partilhando os seus bens materiais.

PRODUÇÃO DAS MÁSCARAS NOS MERCADOS INFORMAL EM MOÇAMBIQUE

Estes alfaiates, do mercado informal, costumavam dedicar-se ao ajustamento de roupas de segunda mão, compradas no local. Actualmente, devido à intensa procura de máscaras, por causa da doença do coronavírus, estes alfaiates dedicam a maior parte do seu tempo a produzir os protectores faciais (máscaras), à base de capulana. Esta é uma das formas da compreender as situações e os acontecimentos e mudanças do País buscando soluções alternativas para fazer face ao problema. Graças ao dom da compreensão que reconhecemos e vemos que somos chamadas a olharmos o contexto actual com esperança, para melhor acolher as mudanças nas nossas rotinas de vida e de trabalho e estarmos atentas às necessidades do outro para nos colocarmos no seu lugar.

PREPARANDO KITS PARA OS NECESSITADOS

A equipe da Universidade Católica de Moçambique na Cidade de Maputo, apoia as vitimas que sofreram ciclones em vários lugares do País, dando testemunho de esperança, neste tempo de confinamento no sentido de compreender a situação actual em que se vive e colocar-se ao serviço dos irmãos.

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